...some geekies
Posted by Vinicius_Andrade | Posted on 14:04
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ou faz melhor ainda e clica aqui, vai pro site do bluebus e vê. preguiça de ajustar a imagem... to no trabalho, né, sacumé.
- o Jornal do Brasil impresso acabou hoje. É um basta na nostalgia, na hipervalorização do passado e um ode ao novo ou uma perda lastimável e um alerta para a má situação das comunicações no país?
- o Globo diz hoje que o país tem 25 milhões de fumantes, que diminuiu-se bastante nos últimos anos o número de chaminés-humanas e que pobres e mulheres iniciam o vício mais cedo. e a lei antitabagista em locais públicos? pegou?
- o Globo também falou dias atrás sobre a obesidade no país, que cresce, que avança... nessas e outras as pessoas me perguntam pq eu assisto jamie oliver: veja aqui, o primeiro da série em que o cocinero anglaise vai pra Palermo e vê q as crianças de lá comem melhor que os ricos daqui
- por falar em 'me perguntam pq', na boa... olhem esse email que recebi:
Existem as pessoas que gostam de fotografia;
as que gostam e tiram boas fotos;
as que trabalham com isso;
alguns fotógrafos fodas;
o cartier-bresson, o salgado...
e existe o Custódio Coimbra. Brincadeira o que esse cara faz com uma câmera. Gênio.
Veja AQUI um dos vídeos do show do Rio Rock 'n Blues Club, no último dia 12.
Twitter terá importância maior nas eleições brasileiras que na de Obama, diz jornalista
Impressionado. Foi assim que o jornalista brasileiro Rosental Calmon Alves, diretor do Knight Center for Journalism in the Americas e professor da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, ficou ao perceber a utilização do Twitter na campanha eleitoral brasileira em 2010. Em entrevista ao Terra, Rosental foi ainda mais longe dizendo que o uso do microblog ganhou mais importância no País do que na campanha que elegeu o presidente dos EUA, Barack Obama. "Assim? Nunca vi, nem nos EUA em 2008. A internet vai ter uma importância nessa eleição como nunca teve antes", afirmou o pesquisador.
Para Rosental, o que torna a internet e, especialmente, o Twitter um diferencial na campanha eleitoral deste ano, é o fato de o internauta brasileiro ser mais ativo em rede social que o internauta americano.
"As pesquisas mostram isso, mas não sei exatamente a que se deve. Talvez à nossa socialização, ao nosso contato, ao nosso jeito. Um país onde há toda essa atividade, essa grande conversa, não é de se estranhar que a eleição seja dominada pela internet", explicou.
No caso dos EUA, o pesquisador observa que o microblog funcionou como importante meio de mobilização dos correligionários de Obama, especialmente os jovens que em outras eleições não queriam participar. "Com o Twitter e o facebook começaram a se envolver mais com a campanha".
A diferença é que no Brasil hoje, a ferramenta tem sido utilizada para disseminação de informação e tanto por eleitores como por inúmeros candidatos. "O Twitter já está muito mais maduro agora, não como uma rede social, mas como uma rede de informação e os marqueteiros políticos brasileiros perceberam a riqueza de atividade social e estão usando isso muito bem", explicou Rosental.
Ele fez questão de pontuar que o espaço aberto pela rede de computadores tem aspectos positivos e negativos e todos os pontos precisam ser avaliados. "O Twitter e as outras redes proporcionam oportunidades de uma maior participação cidadã. Você sente poder e controle sobre a informação, sabe que a sua voz está sendo escutada. O cidadão comum também pode ser escutado. Há uma cidadania espontânea que vem da cidadania do mundo real e que se potencializa na internet", apontou.
Por outro lado, o diretor do Knight Center for Journalism avalia que liberdade da internet pode ser aproveitada como arma de campanha para infiltrar notícias falsas ou espalhar rumores falsos. Mesmo assim, ele acredita que o internauta convive bem com os mundos paralelos e desenvolverá a perspicácia para se defender.
Rosental disse ainda que, apesar da dinâmica com o Twitter ser nova, muitos pesquisadores internacionais ficaram impressionados já em 2006 com os vídeos feitos por Lula e Alckmin e distribuídos pelo Orkut. "Aquilo já era um sintoma, pois as comunidades na rede social com interesse político já eram significativas em números de eleitores".
No entanto, o professor da Universidade do Texas admite que, por enquanto, sua opinião é mais uma sensação do atual momento já que não fez um estudo científico sobre o caso. "É preciso esperar e ver amadurecer".
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